mãe

Mesmo fora de data, posto esse vídeo. Vale a pena ver.
A gente consegue sentir – infinitesimalmente – um pouco da emoção de uma mãe ao ver que nos carregava em seu ventre.
É um amor incomparável e eu não me atreveria em tentar descrevê-lo aqui.
Mãe, todo dia é seu dia. Parabéns por ser mãe hoje, amanhã… e para sempre.

Milímetro – Daniela Araújo

O CD começa com a música “Milímetro”, a fenda, na qual a cantora entra na eternidade. A melodia que nos dá uma noção do que vem pela frente.
Mas vou falar dessa música, em especial.
Para começar, a música é bem diferente, confusa e abstrata. Não se trata apenas do que pode-se ouvir, mas a abstração da música deixa muitas coisas jogadas no ar, para que possam ser interpretadas e refletidas.
Começa com um relógio demonstrando que o tempo não só passa, mas corre. E nesse tempo tão corrido, estamos nós, tão pequenos no meio da grande esmagadora maioria.
O tom da voz e os instrumentos, deixam um certo desconforto proposital. Isso pode ser percebido ao assistir o vídeo também – já que é possível acompanhar a cantora em sua interpretação -, e é aí que começamos a ser envolvidos com a música. A repetição não é confortável e nunca será, e isso pode ser sentido pelos telespectadores.
E não estranhe ao ver que o vídeo está todo em reverse. É uma estética vanguardista bem inovadora para a música cristã brasileira. E isso demonstra que não importa o sentido da vida, se é pra frente ou para trás, tudo está se repetindo da mesma maneira.
Tudo se repete na vida de cada um. Somos “como um milímetro de um segundo“, somos muito pequenos na história da humanidade, somos um “cisco de tempo em meio à eternidade“.
E, todos nós, multiplicados como todos os milímetros existentes, caímos na viciosa tendência de se repetir sem parar como uma máquina que nunca é desligada.”
O clipe encerra com um relógio, novamente. Da mesma maneira que foi iniciado, retratando assim, mais uma vez, a repetição contínua do tempo, da vida e das pessoas.

Falar em inovação é muito difícil, já que temos chuvas de clichês por aí, e o “estranho”, muitas vezes, não é tão bem aceito.
…seria um mundo muito triste, este em que a gente sempre compreende tudo de primeira, não havendo jamais necessidade alguma de reflexão… e por mais escassa que ela, a reflexão, tenha se tornado nos dias atuais, ela jamais deixará de ser algo necessário e fundamental para a sobrevivência da humanidade. e arte (inclusive a cristã) historicamente tem também este papel: 
através do estranhamento levar à reflexão…




“Tudo que as pessoas fazem hoje é só uma repetição de todo o decorrer da história, o ser humano é muito previsível, tudo o que aconteceu nos tempos de Moisés continua a acontecer até os dias de hoje…”

“…Deus vê a humanidade errar e acertar nas mesmas coisas sempre, nisso dá pra ver a nossa fragilidade diante de Deus…

( Referências: aqui e aqui.)

Rei dos reis.

Foi esse o nome da música que o quarteto cantou nesse sábado pela manhã. Música que toca muito o meu coração, tanto pelo letra, quando pela harmonia.
Nessa música, pode-se dizer que, me empolguei um pouquinho.. rsrs. Dá a impressão de que estou sofrendo para alcançar as notas, rsrs.
Não queria colocar isso em evidência, mas é impossível não notar.
Mas o mais importante de tudo é que Deus me tocou através dessa música e tenho certeza de que Ele me usou para levar a mensagem e cumprir a missão, da qual eu tenho certeza de que eu fui escolhido por Ele.
Que minha voz seja usada apenas para o Teu louvor, Senhor…