prelúdio

Há algum tempo venho tentando tirar isso daqui de dentro, encontrar um porto onde pousar e uma solução para que tudo, finalmente, se ajeite.
Minha forma de lidar com os problemas são bem específicas e eu tenho reações bem previsíveis.
E tenho muito o que agradecer. A vida, aos meus amigos, a ele… e, principalmente, a mim mesmo.

Há muito o que transcrever e externar por aqui, há pedaços escondidos por todos os lados, nos anos que me dediquei a deixar um pouco da minha alma nos textos que deixo por aqui. É tudo verdade, é de coração… e continuará sendo de forma mais intimista ainda.

E seja como for, tudo continuará cíclico assim como sempre foi. A vida continuará passando depressa. E cabe a nós decidirmos se o medo de ser quem somos afetará nossa passagem por aqui. Existem amores passageiros, vidas infelizes, medos nunca vencidos, frustrações carregadas para sempre, mentiras levadas por toda a vida… e a infelicidade de, um dia, ver tudo indo embora e as muralhas que construímos nos impedindo de viver a vida que sempre queríamos.

Há sim a possibilidade de deixar tudo isso partir e desapegar desses gigantes que nos impedem de transcender. Existem coisas que são atemporais. Que vão além da desolação, do agora, do medo e da vida. E eu acredito que tudo isso seria tão infeliz se eu não me permitisse viver e ser quem sou. Independendo das adversões.

O sofrimento nos muda, nos lapida, nos corrompe, nos dá força… o amor nos aprimora e nos dá coragem para arrancar nosso Eu do peito e finalmente desprender, soltar, desatar… e voar.

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