do que passou

Sinto saudade daquela rua antiga, cheia de falhas que machucavam os pés ao correr.
Todos os dias à tardezinha, sair para brincar. Ou num feriado qualquer, ir para a casa do amigo jogar vídeo game e brincar de luta com bonecos.
Saudade do tempo que passou, juntamente com as pessoas que foram embora. Algumas nem vejo mais.
Tinha uma visão tão inocente do mundo. Uma visão em que tudo era para sempre. Os amores, as amizades, as risadas corriqueiras, a visão tão pura de um mundo tão depreciado…

Saudade do que passou e não voltará nunca mais.
Talvez tudo era tão perfeito graças ao meu puritanismo, à infância tão inocente… Nem tudo era tão belo, mas eu conseguia enxergar as coisas de alguma forma, que tornava tudo à minha volta tão perfeito.

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