brincadeira de criança

Desde pequeno o fim da tarde era o momento mais esperado do dia. Era a hora em que todas as crianças da vizinhança saíam para brincar.

“Golzinho”, andar de bicicleta pelo quarteirão, esconde-esconde, pique-pega, queimada…
Brincávamos até os pais começarem a chamar um por um, ou até a dor de uma queda chamar antes dos pais.
Descalço no asfalto, o pé machucado, mas mesmo assim a brincadeira não perdia a graça. 
As tarefas da escola eram feitas com pressa, o lanche da tarde nem sempre ganhava espaço em meio a tanta ansiedade. E nas férias as coisas não eram tão diferentes. A única diferença era a despreocupação das tarefas escolares.
Computadores não eram tão comuns na minha infância, muito menos internet. A televisão era o passatempo preferido de todos, os comentários dos desenhos animados era o assunto mais chamativo entre a molecada.
Cada um era o personagem que queria.
Meus joelhos eram marcados por quedas, mas ainda assim não queria parar de brincar. As dores eram facilmente suportáveis por mim, que ficava todo orgulhoso ao olhar para um machucado e não chorar de dor.

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